quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vulgos versos, vestígio

Chamo, choro e chovo...
Chovem lagrimas de solidão
Quieta, quero quente
Paz no meu coração.
Ligo lâmpada límpida
Vejo as vozes do meu pensamento
Senta e sente sofrida
tudo que acontece aqui dentro.
Nada nunca nego
Quando fala de emoção,
Sou cego,
Tudo segue em vão.
Flor feliz fingida,
Assim sou eu
Tremula, temente e tímida
Diante de tudo que conheceu
Senti sentimento solto
Em tudo que se perdeu
Pouco posso e perco
O amor que nunca esqueceu.
Vivo vendo a vida
Passar diante de mim
Feia, fria e ferida
Ainda digo sim.
Tempo tenho tido
Não soube aproveitar
Sorriso sempre solto
Mas tristeza presa no olhar.
Desconhecida deixo distante
Quem realmente sou
Então eu errante
Vivo a alegria que pouco me restou.
Acredite, aceite assim
Voce não pode me conhecer
Sigo sempre sonhando
Ninguem nunca vai me entender.

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