terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Nada mais gostoso que a primeira vez!

Mais vale um amor voando que uma cerveja na mão, ou não!

Já era atardezinha quando veio aquela vontade maluca de degustar uma boa cerveja (aquela mesma sempre, que eu considero boa, se não não seria a de sempre). O sol se punha por de trás daquelas estreitas ruas que tinham suas faixas brancas recentemente pintadas. Tudo era calmo. Não, na verdade tudo era pacato, pacato de mais para a minha paciência. Tão pacato que era impossível eu encontrar alguém capaz de me acompanhar até o próximo bar.
Como nao havia solução para o caso, que na minha opinião era gravíssimo, pois quando não se tem alguém para lhe acompanhar ao bar, é porque o maior estágio de solidão foi atingido; fui para casa.

Ao chegar, notei que não tinha ninguém. A solidão estava sendo agravada. Eu que já estava num estado de desespero que perdurava em minha vida por muito tempo, me via agora no fundo do poço, onde eu realmente não podia encontrar ninguém, a não ser uma amiga que também estivesse atingindo o tão alto grau de solidão.

A tal amiga telefonou dizendo que estava a caminho, enquanto isso eu nutria as minhas necessidades emocionais em um programa de relacionamentos virtual, conversando com amores platônicos e amigos que nunca existiram.

Eis que minha amiga chegou falando sobre o fim de seu relacionamento amoroso. Como se já não bastasse a minha solidão, agora eu tinha que conviver com a solidão alheia. A minha vontade de degustar a mesma cerveja para ver se alguma coisa diferente no tratamento da água tinha alterado o seu gosto falou mais alto que qualquer falta de paciência que eu podia ter. Procuramos um bar.

Andamos por toda a cidade, e então eu descobri que maior que a vontade de tomar cerveja era a vontade de encontrar alguém do passado que poderia estar por alguma daquelas mesas. Algum lugares estavam lotados e eu me animei, pensando que o hoje eu poderia ficar feliz completamente, nutrindo meu sangue com o álcool da cerveja e o coração com o amor mal acabado. Terminamos no bar mais vazio da cidade com a melhor carne com queijo que podia existir e uma cerveja com copo sujo que eu prefiro nem comentar, de tão magífica. Mas, enfim, como sempre, não estava completo.

Com tudo o que aconteceu nesse pedacinho de dia eu fui capaz de concluir com a maior certeza do mundo: não há cerveja que me faça esquecer um amor, por mais gelada e saborosa que ela esteja, e por mais complicado que ele seja!

Eis a minha primeira postagem!!!!!!

3 comentários:

  1. Thaislana diz:
    eh uma filotisa de buteco!!!
    Thaislana diz:
    filotisa = filosofa + poetisa

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  2. Psicologia reversa.

    Na verdade o que me faz postar um comentário aqui é o simples fato de que infelizmente possuo certo grau de parentesco com a meliante proprietária do blog supracitado. Tal comentário seria inexistente se meu intuito aqui fosse explanar sobre as qualidades literárias de tal jovem, muito menos da criatividade do texto, que são definitivamente deploráveis.
    Devo ressaltar que este blog não possui o "feeling" necessário para que o leitor se mantenha atento às novas postagens, ou seja um verdadeiro fracasso.

    Ora de que outra forma poderia aplicar tão bem aqui os conceitos de psicologia reversa?

    Bjo prima!!!

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  3. ow, vc é a toa demais, tá doido!!!!!

    Beijo Let Bassos

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